sexta-feira, 23 de julho de 2010

A verdade sobre o amor (uma visão sobre a falsa eternidade e a eternidade real)

Amor não enche barriga, não paga conta, não faz nada além de mal, mas só vemos isso depois que ele se vai...

(Mas enquanto vive nos faz sorrir também!)

O amor, assim como a vida, não é algo que nasça pra se desenvolver, mas sim uma coisa que surge já praticamente destinado a se findar...

Ambos são exatamente como a chama de uma vela em meio a um campo aberto durante um vendaval, se ninguém der um jeito de mantê-los acesos e queimando eles logo acabam, mas mesmo que se faça isso e a chama seja mantida, inevitavelmente a vela que a sustenta se desgastará e se findará, dando assim fim a chama...

(Mas não existe eternidade então?)

A eternidade não é algo palpável, pra você amar de verdade, você tem de saber 3 coisas:

primeiro não há amor que dure pra sempre, segundo não há como manter um amor só pela sua vontade e terceiro você não pode aumentar algo que segue a diminuir cada vez mais...

Enquanto você se prender ao que pode ver e palpar, você não será plenamente feliz!

(E o amor?)

Quando uma vela se acaba o fogo apaga, certo?

Mas, por acaso isso te impede de procurar um fósforo e ascender uma outra vela no mesmo lugar?

Não se pode eternizar um amor, pois ele tende a acabar, é preciso ao invés de tentar inutilmente mantê-lo vivo, saber a hora de renová-lo pra que assim a chama que o simboliza perdure e se eternize!

Pessoas morrem pra outras nascerem, um amor acaba para que um maior e mais intenso possa surgir.

A eternidade real não está na ilusão de algo que não desgaste nem se finde, mas sim na beleza presente no desafio de renovar, restaurar e reavivar algo que já deveria ser deixado de lado pra se findar!

Um comentário:

  1. Concordo. A eternidade está no desafio de renovar mesmo. Lindo. :]

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